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Sim, eu contrai o vírus!

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Mas não se trata do Corona e sim, do Herpes Zóster, um indivíduo derivado da varicela, a conhecida por nós em nossa infância, como catapora. A Herpes Zóster nada mais é que o popularmente chamado, cobreiro. Ok! Esta espécie não convidada, habita em mim a dezenas de anos e eu sequer suspeitava que eu coexistia com algo tão desagradável. E não! Antes que o seu preconceito o faça distorcer fatos e espalhar inverdades, apesar de ser bem comum entre portadores do HIV e em pessoas que passaram por quimioterapia (por falar em HIV, depois relatar-irei a história de um rapaz que chamarei de Paulo, que tive o prazer de conhecer na ala dos portadores em tratamento, uma história comovente), eu não tenho nem um caso ou outro. O que causou o cobreiro em mim, foi uma crise de catapora, que normalmente surgiu na minha infância, o vírus da doença ficou adormecido dentro do meu corpo, perto de um nervo e, em algum determinado momento, devido à estresse e a minha baixa imunidade, voltou a ser ativado. E…

Falando Sobre Paulo.

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Ainda referente a minha visita ao referido hospital, enquanto eu esperava os resultados dos exames de sangue, resolvi dar uma volta pelas dependências do local e, sem aperceber-me, dei com a ala dos pacientes em estado crítico, portadores de doenças infecciosas graves. Dei uma rápida olhada e me deparei com um jovem que caminhava com certa dificuldade, pelo corredor entre leitos, transportando consigo uma haste de metal onde se via preso no alto, uma bolsa do que parecia ser soro. Dei boa tarde e o jovem muito educado com a voz embaçada, respondeu de pronto, com muita simpatia. Chama-lo-hei de Paulo. Ele gostou de eu tê-lo interpelado e perguntou se eu não queria sentar e conversar um pouco. Claro que aceitei seu convite. E ali, numa ala obscura e mal iluminada, em cenário que mais lembra uma prisão do que propriamente um hospital, em duas cadeiras encostadas na parede do corredor, eu e Paulo nos sentamos e conversamos um pouco. Paulo tem 23 anos. Jovem. Não tão cheio de vigor como s…

O CORONAVIRUS E A FALTA DE (AUTO) CONHECIMENTO NO BRASIL.

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O Coronavirus e a falta de (auto) conhecimento no Brasil.

Ontem, por uma obrigação do trabalho, tive que sair às ruas para recolher o material dos pesquisadores que estão em casa. Mas, o que vi nas ruas me assustou e muito. Enquanto que, no continente Norte Americano e na Europa, o governo banca a quarentena dos empregados que são obrigados a ficar em casa, oferecendo auxílio financeiro, hospitalar e até baixando o preço dos itens de primeira necessidade, onde órgãos se oferecem para colaborar na prevenção e combate ao vírus e na assistência aos infectados, aqui no Brasil nosso governante maior fala asneiras (e olhe que eu votei nele para me livrar de uma mau muito maior chamado PT), propõe uma redução de 50% dos salários e até o momento não se manifestou quanto à ajuda aos autônomos, que vivem por conta própria e proliferam mais que formiga neste país. Não há uma política social responsável e decente e pasmem! Não há sequer um plano de ação coletiva, deixando à cargo dos Estados, toma…

PESQUISADORES x EMPRESAS x VALORES

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Precisamos realmente nos degladiarmos mutuamente para exercer funções das quais todos deveriam, em tese, sair beneficiados?     Mais uma vez venho colocar em questão aqui, o profissionalismo da classe, em todas as partes, campo, administrativa e financeira.    Ora, o que percebemos hoje em dia, é uma quantidade enorme de pessoas e empresas, voltadas para o seguimento de pesquisa, mídia e estudos, muitas vezes dedicadas mais aos embates pessoais que propriamente o compromisso com o trabalho em si. Faltam profissionais e volto a bater na mesma tecla; falta uma formalização e regularização do setor, para garantir direitos e deveres, tanto para quem faz campo, como para quem o administra. Tudo virou um enorme efeito dominó, dentro de um ciclo vicioso, onde o cliente paga mal pelos projetos, exigindo o máximo de qualidade, por consequência o instituto (ou repassador), também paga menos ainda pela produção em campo e também exigindo o máximo de qualidade. Por fim, o pesquisador recebe mal…

O PODER DE UMA VÍRGULA!

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Minha defesa: Talvez eu processe o Facebook por me bloquear por três dias por um post publicado NA MINHA PÁGINA do referido site. Ou, talvez eu simplesmente ignore o fato de algum (ou vários), indivíduos, nutrido(s) de uma vasta ignorância cultural, possa(m) ter solicitado o bloqueio de minha página, dado ao não entendimento da publicação, pela simples incapacidade de compreensão e interpretação de texto. Vai saber! Mas, isso não isenta o Facebook de suas responsabilidades, na ausência de moderadores sérios e igualmente incapacitados em suas "análises". O link foi compartilhado por centenas de pessoas, mas que eu saiba, ninguém além de mim foi bloqueada. Compartilhei no minha página de humor, como forma de entretenimento e para provocar a atenção das pessoas para a nossa escrita portuguesa e suas armadilhas e diferentes interpretações. E houve sim, diferentes e até pesadas interpretações, com discursos de ódio, ameaças de violência contra a minha pessoa, palavrões, ira, pela…

O Ciborg.

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A cibercultura muda sim, mas, não tudo, o modo como passamos a viver e enxergar o “novo” mundo da era tecnológica. Desde o surgimento de novas máquinas e suas tecnologias avançadas e com o surgimento de novos equipamentos, como, telefones, computadores, celulares, notebooks, dentre outros, a humanidade vem se transformando: seus hábitos, atitudes, culturas, adaptando-se as transformações do mundo, seja por opção, seja por obrigação, dado às novas tendências. A cibercultura, é o conjunto de práticas sociais e combinações de comunicação, colagens e cut-up de informações a partir das tecnologias digitais. Este processo, que teve início no pós-modernismo, ganha cada dia mais, contornos globalizados, que atinge novas mídias, novos povos que, aos poucos vão evoluindo para uma nova definição de sociedade. E, não poderia ser diferente com a definição do que será o próximo “ser humano”, aprimorado artificialmente, ou que poderíamos definir, seguindo a ideia do autor, como o novo corpo em que h…
O TEXTO SE REPETE... A HISTÓRIA TAMBÉM, GRAÇAS A DEUS! 💏🙌❤
💑 CASAMENTO, LUGAR DE PERDÃO E AMOR! 💞❤ 💞Nosso casamento não é perfeito. 💞Não existem casamentos perfeitos e nunca existirá! 💞Não temos pais perfeitos, não temos famílias perfeitas, não temos amigos perfeitos, #não #somos #perfeitos e, logo, não nos casamos esperando perfeição um no outro. e nem temos ou teremos filhos perfeitos. 💞Sempre haverão queixas um do outro. Nos decepcionaremos mutuamente, nos magoaremos. 💞Por isso, não haverá casamento saudável e nem família saudável sem o exercício do #perdão. 💞E quando falo do perdão, falo mesmo das pequenas coisas: um pedido de desculpas, saber reconhecer o erro e saber corrigir. Parecem coisas minúsculas e sem importância, porém, se conseguirmos evitar as coisas ruins e pequenas, jamais chegaremos às grandes e possivelmente imperdoáveis. 💞Eu sempre digo para nos atermos às coisas minúsculas e principalmente as invisíveis, estas são mais perigosas que as realmente palpáveis. 💞O p…